Os dois deixam o vidro menos transparente e mais decorativo — mas o processo de fabricação, a resistência e a aplicação ideal de cada um são bem diferentes.
Vidro jateado
É obtido por desgaste superficial: partículas abrasivas (areia ou microesferas de vidro) são projetadas contra a superfície, criando um acabamento fosco uniforme que deixa passar a luz, mas bloqueia a visão direta.
Aplicações típicas: divisórias de escritório, box de banheiro, móveis planejados — onde o objetivo principal é privacidade com visual discreto.
Vidro serigrafado
É feito com aplicação de tinta cerâmica sobre a superfície, fixada por aquecimento em alta temperatura — o que garante durabilidade e resistência de cor no longo prazo, diferente de uma pintura comum.
Aplicações típicas: fachadas comerciais, portas automáticas, paredes decorativas e até superfícies expostas a calor, como cooktops — a resistência térmica do processo permite esse tipo de uso.
Diferenças que importam na decisão
- Personalização: o serigrafado permite cores, desenhos, formas geométricas e até imagens personalizadas — o jateado é limitado ao acabamento fosco uniforme (embora existam variações com padrões)
- Resistência a desgaste: o serigrafado tem resistência superior a riscos, manchas de gordura e abrasão — funciona bem até em bancadas de cozinha
- Custo: o processo de serigrafia com personalização tende a custar mais que o jateado padrão
Como escolher
- Quer só privacidade discreta, sem necessidade de design específico? Jateado.
- Quer uma fachada ou parede decorativa com identidade visual própria, ou precisa de resistência a calor/gordura? Serigrafado.
Como a HB Vidros trabalha
Ajudamos a decidir entre as duas opções com base no uso real do ambiente — privacidade discreta ou personalização visual — antes de fechar a especificação do projeto.
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